Análise do EStudo 9, opus 9, concone

Peças (análise geral, letra, tradução):

Estudo 9, opus 9, de Concone:

Em seu Opus 9: 50 lições, Concone faz uso de melodias operáticas, fluindo
juntamente com lindos acompanhamentos, para treinar um cantor em vários
elementos da técnica de canto. Os belos Etudes de Concone ensinam as linha do
Legato, Messa di voce, Marcato, staccato, coloratura, melisma, e toda a
ornamentação que é padrão na literatura vocal dos períodos clássico e romântico.
Estas lições são tecnicamente desafiadoras de muitas perspectivas, não menos do
que são o registro, apoio, equilíbrio, liberdade, resistência, e força. O Opus 9 de
Concone educa cantores no canto de bom gosto, saudável, bonito e virtuoso.
Cada lição isola um desafio vocal diferente para que o aluno possa
aperfeiçoar suas habilidades. De acordo com Concone, estes vocalises devem ser
cantados em uma vogal aberta Ah. As primeiras 25 lições também podem ser
cantadas em sílabas de Solfejo (dó, ré, mi, etc.).
Ao estudar os vocalises, indica-se começar pelas sílabas e uma vez que os
alunos são capazes de cantar um Etude sobre estas sílabas, começa-se a cantá-los
em vogais abertas.
As lições do Concone treinam o “meia voz” para trabalhar o intervalo médio,
ou passagio, de sua voz repetidamente, e de uma forma adorável e musical. Esta
prática constrói uma musicalidade mista em sua voz desde o início. É por isso que é
importante que se escolha as tonalidade que são certas para sua voz.
Outro ponto que deve ser dito é que as marcações dinâmicas de Concone
são uma parte vital para as lições em si. Especialmente relevante é que essas
marcações não são meras sugestões. Em vez disso, a dinâmica deve ser
cuidadosamente observada a partir do início do estudo desses Etudes. É necessário
usar essas dinâmicas desde o início para construir e refinar sua voz. Estudar todas
as suas marcações com cuidado para produzir os melhores resultados.

Heitor Villa-Lobos

Heitor Villa-Lobos:

Nascido no Rio de Janeiro em 5 de março de 1887, faleceu no Rio de Janeiro
em 17 de novembro de 1959, foi um compositor brasileiro.
Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma
linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior
expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que contém
nuances das culturas regionais brasileiras, com os elementos das canções
populares e indígenas. No Brasil, sua data de nascimento é celebrada como Dia
Nacional da Música Clássica.
Filho de Noêmia Monteiro Villa-Lobos e Raul Villa-Lobos, foi desde cedo
incentivado aos estudos, pois sua mãe queria vê-lo médico. No entanto, Raul
Villa-Lobos, pai do compositor, funcionário da Biblioteca Nacional e músico amador,
deu-lhe instrução musical e adaptou uma viola para que o pequeno Heitor iniciasse
seus estudos de violoncelo. Aos 13 anos, órfão de pai, Villa-Lobos passou a tocar
violoncelo em teatros, cafés e bailes; paralelamente, interessou-se pela intensa
musicalidade dos “chorões”, representantes da melhor música popular do Rio de
Janeiro, e, neste contexto, desenvolveu-se também no violão. De temperamento
inquieto, empreendeu desde cedo escapadas pelo interior do Brasil, primeiras
etapas de um processo de absorção de todo o universo musical brasileiro.
Em 1913 Villa-Lobos casou-se com a pianista Lucília Guimarães, indo viver
no Rio de Janeiro. O compositor e maestro brasileiro era o tio-avô de Dado
Villa-Lobos.
Em 1922 Villa-Lobos participou da Semana da Arte Moderna, no Teatro
Municipal de São Paulo. No ano seguinte embarcou para a Europa, regressando ao
Brasil em 1924. Viajou novamente para a Europa em 1927, financiado pelo
milionário carioca Carlos Guinle. Desta segunda viagem, retornou em 1930, quando
realizou turnê por sessenta e seis cidades. Realizou também, nesse mesmo ano, a
“Cruzada do Canto Orfeônico” no Rio de Janeiro. Seu casamento com Lucília
terminou na década de 1930. Depois de operar-se de câncer em 1948, casou-se com Arminda Neves d’Almeida, a Mindinha, uma ex-aluna, que depois de sua morte
se encarregou da divulgação de uma obra monumental. O impacto internacional
dessa obra fez-se sentir especialmente na França e Estados Unidos, como se
verifica pelo editorial que o The New York Times dedicou-lhe no dia seguinte a sua
morte.
Em 1930, Villa-Lobos, que atuava no Brasil como maestro, planejava o seu
retorno a Paris. Uma das consequências da revolução nesse ano resultou que
dinheiro não poderia ser retirado do país, tornando Villa-Lobos incapaz de pagar
qualquer tipo de aluguel no exterior. Sendo assim, forçado a ficar no Brasil, ele
organizou vários concertos nos arredores de São Paulo e compôs músicas
educativas e patrióticas. Em 1932 ele se tornou diretor da Superintendência de
Educação Musical e Artística (SEMA), e, entre as suas atividades, produzia
arranjos, como a Missa Solemnis de Ludwig van Beethoven e também de várias
composições brasileiras. A sua posição no SEMA o levou a compor diversas peças
consideradas patrióticas e propagandistas. A sua série de Bachianas Brasileiras são
consideradas uma exceção notável.
Em 1936, aos 49 anos de idade, Villa-Lobos deixou a sua esposa e teve um
relacionamento amoroso com Arminda Neves d’Almeida, que o acompanhou até os
seus últimos dias. Arminda, em certo momento, mudou o seu sobrenome para
Villa-Lobos, apesar de Villa-Lobos nunca ter se divorciado oficialmente da sua
primeira esposa. Após a morte de Villa-Lobos, Arminda se tornou diretora do Museu
de Villa-Lobos em 1960, até a sua morte em 1985. Arminda era musicista e também
exerceu grande influência no trabalho de Villa-Lobos. Villa-Lobos também dedicou
uma boa parte das suas composições à Arminda, incluindo o Ciclo Brasileiro
diversos choros.
As publicações de Villa-Lobos na era Vargas incluíam propaganda pela
nacionalidade brasileira (brasilidade), e teoria musical. O seu Guia Prático publicou
11 volumes, Solfejos (2 volumes, 1942 e 1946) contendo exercícios de canto, e
Canto Orfeônico (1940 e 1950) contendo músicas patrióticas para escolas e eventos civis. A sua música para o filme “O Descobrimento do Brasil” de 1936, que inclui
versões de composições antigas, foi também adaptada para suíte orquestral.
Villa-Lobos publicou A Música Nacionalista no Governo Getúlio Vargas
c.1941, no qual ele considerava a nação como uma entidade sagrada, e os seus
símbolos (entre eles, a bandeira com o lema nacional e o próprio hino nacional)
como invioláveis. Villa-Lobos foi também o diretor de um comitê que tinha como
tarefa estabelecer uma versão definitiva para o hino nacional brasileiro.
Depois de 1937, durante o “Estado Novo”, período em qual Vargas tomou
poder por decreto, Villa-Lobos continuou com a produção de obras patrióticas
visando a grande massa brasileira. O “Dia da Independência”, celebrado no dia 7 de
setembro de 1939 contou com um coral de 30 000 crianças cantando o hino
nacional e outras peças trabalhadas por Villa-Lobos. Para a mesma celebração em
1943, Villa-Lobos compôs o ballet Dança da terra, o qual as autoridades brasileiras
julgaram como inapropriado até a sua revisão. A celebração de 1943 também
contou com o hino de Villa-Lobos Invocação em defesa da pátria, logo após o Brasil
ter declarado guerra contra a Alemanha nazista.
Na criação do curso do Canto Orfeônico, Villa-Lobos utilizava um vocabulário
oriundo de outras áreas do conhecimento. Entre estas nomenclaturas encontramos
os conceitos de Califasia, Califonia e Calirritmia. Estas terminologias
simbolizavam as qualidades a serem adquiridas através da prática do Canto
Orfeônico. Os cursos oferecidos tinham como incumbência a preparação do aluno
na prática de uma pronúncia legível e perfeita do texto a ser cantado (Califasia), de
cantar uma melodia com perfeita afinação (Califonia) e no ajuste de cada palavra do
texto com o ritmo da música (Calirritmia).
A reputação de Villa-Lobos como demagogo prejudicou a sua imagem diante
de certas escolas de músicos, entre elas dos discípulos de novas tendências
europeias como, por exemplo, o serialismo, que estava completamente fora dos
limites nacionais até a década de 1960. Essa crise foi, parcialmente, atribuída ao
fato de que certos compositores brasileiros julgavam necessário reconciliar a
libertação da música brasileira proposta por Villa-Lobos com os modelos europeus da década de 1920, do qual eles consideravam ser um estilo de música mais
universal.
Villa-Lobos encontra-se sepultado no Cemitério São João Batista, no Rio de
Janeiro. Em 1960, o governo do Brasil criou o Museu Villa-Lobos, na cidade do Rio de
Janeiro. Villa-Lobos nunca teve filhos. O músico Dado Villa-Lobos é sobrinho-neto de
Heitor. Villa-Lobos participou da Semana de Arte Moderna de 1922 apresentando-se
em três dias com três diferentes espetáculos:
dia 13 dia 15 dia 17


Segunda Sonata O Ginete do Pierrozinho

Terceiro Trio

Segundo Trio Festim Pagão Historietas: Lune de Octobre; Voilà la Vie;
Je Vis Sans Retard, Car vite s’écoule la vie

Valsa mística (simples coletânea)

Solidão Segunda Sonata

Rondante (simples coletânea)

Cascavel Camponesa cantadeira (suíte floral)

A Fiandeira Terceiro Quarteto

Num Berço Encantado (simples coletânea)

Danças Africanas Dança Inferugnal e Quatuor (com coro feminino)

Embora tenha sido um dos mais importantes nomes da música a
apresentar-se na Semana de Arte Moderna, Villa-Lobos não foi o único compositor a
ser interpretado, também foram interpretadas obras de Debussy, por Guiomar
Novaes, de Eric Satie, por Ernani Braga, que interpretou também “A Fiandeira”, de
Villa-Lobos.
O Teatro Municipal de São Paulo foi o primeiro palco “erudito” a receber as
obras de Villa-Lobos.
As primeiras composições de Villa-Lobos trazem a marca dos estilos
europeus da virada do século XIX para o século XX, sendo influenciado
principalmente por Wagner, Puccini, pelo modernismo da Escola de Frankfurt e logo
depois pelos impressionistas.
Teve aulas com Frederico Nascimento e Francisco Braga.
Nas Danças características africanas (1914), entretanto, começou a repudiar
os moldes europeus e a descobrir uma linguagem própria, que viria a se firmar nos
bailados Amazonas e Uirapuru (1917). O compositor chega à década de 1920
perfeitamente senhor de seus recursos artísticos, revelados em obras como a Prole
do Bebê para piano, ou o Noneto (1923). Violentamente atacado pela crítica
especializada da época, viajou para a Europa em 1923 com o apoio do mecenas
Carlos Guinle e, em Paris, tomou contato com toda a vanguarda musical da época.
Depois de uma segunda permanência na capital francesa (1927–1930), voltou ao
Brasil a tempo de engajar-se nas novas realidades produzidas pela Revolução de
1930.
Apoiado pelo Estado Novo, Villa-Lobos desenvolveu amplo projeto
educacional, em que teve papel de destaque o Canto Orfeônico, e que resultou na
compilação do Guia prático (temas populares harmonizados). O compositor
preocupava-se muito com os rumos da educação musical nas escolas brasileiras e
quando foi aprovado seu projeto de educação na área, voltou a morar
definitivamente no Brasil.
É possível encontrar na obra de Villa-Lobos preferências por alguns recursos
estilísticos: combinações inusitadas de instrumentos, arcadas bem puxadas nas cordas, uso de percussão popular e imitação de cantos de pássaros. O maestro não
defendeu e nem se enquadrou em nenhum movimento, e continuou por muito tempo
desconhecido do público no Brasil e atacado pelos críticos, dentre os quais Oscar
Guanabarino. Também se encontra em sua obra uma forte presença de referências
a temas do folclore brasileiro.
À audácia criativa dos anos 1920 (que produziram as Serestas, os Choros, os
Estudos para violão e as Cirandas para piano) seguiu-se um período “neobarroco”,
cujo carro-chefe foi a série de nove Bachianas brasileiras (1930–1945), para
diversas formações instrumentais. Em sua obra prolífera, o maestro combinou
indiferentemente todos os estilos e todos os gêneros, introduzindo sem hesitação
materiais musicais tipicamente brasileiros em formas tomadas de empréstimo à
música erudita ocidental. Procedimento que o levou a aproximar, numa mesma
obra, Johann Sebastian Bach e os instrumentos mais exóticos.
Villa-Lobos teve diversos discípulos e colaboradores, dentre compositores,
regentes e instrumentistas que lhe assistiam nas diversas atividades de implantação
do projeto de Canto Orfeônico nas escolas públicas brasileiras, na realização de
grandes espetáculos, muitos deles para públicos de milhares de pessoas, e na
revisão, cópia e organização de suas partituras. Dois músicos que se destacaram
nesta parceria com Villa-Lobos foram os maestros e pianistas José Vieira Brandão
(1911–2002) e Alceo Bocchino (1918–2013).
Não obstante as severas críticas, Villa-Lobos alcançou grande
reconhecimento em nível nacional e internacional. Entre os títulos mais importantes
que recebeu, está o de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Nova Iorque e o
de fundador e primeiro presidente da Academia Brasileira de Música. O maestro foi
retratado nos filmes Bachianas Brasileiras: Meu Nome É Villa-Lobos (1979), O
Mandarim (1995) e Villa-Lobos – Uma Vida de Paixão (2000), além de aparecer
pessoalmente no filme da Disney, Alô, Amigos (1940), ao lado do próprio Walt
Disney. Em 1986, Heitor Villa-Lobos teve sua efígie impressa nas notas de
quinhentos cruzados, além de ser homenageado até os dias atuais em diversas cidades brasileiras, dando nome a ruas, praças e parques — como no caso do
Parque Villa-Lobos em São Paulo.
A musicologia brasileira o destacou através de livros, como “Villa-Lobos, uma
interpretação”, do crítico Andrade Muricy e “Villa-Lobos, o homem e a obra”, do
musicólogo Vasco Mariz. Na musicologia internacional, destaca-se o livro “Heitor
Villa-Lobos: The Life and Works, 1887–1959″, do musicólogo finlandês Eero Tarasti.
Certa vez em sua turnê pela Europa, Villa-Lobos proferiu as seguintes frases:
“Eu não uso o folclore, eu sou o folclore.” (I don’t use folklore, I am the folklore.) e
também “eu não estou aqui pra aprender, mas sim para mostrar o que eu até então
construí” (Ich bin nicht gekommen, um zu lernen, sondern um zu zeigen, was ich
bisher gemacht habe.), mostrando que ele estava bem ciente da sua posição ímpar
entre os compositores clássicos, fazendo também grande uso das suas origens para
divulgação do seu trabalho.
O professor Francisco da Silveira Bueno, elaborador do Manual de califasia,
califonia e calirritmia e arte de dizer, escreveu vários dicionários, gramáticas e livros
sobre literatura brasileira e portuguesa, além de obras referentes a história da
literatura e filosofia. Ao longo de sua carreira literária produziu mais de trinta livros.
Ele também foi autor de diversos livros didáticos utilizados nas décadas de 40. Os
estudos realizados pelo professor Francisco sobre a oratória os levou a publicar, em
1933, dois livros: A arte de falar em público e o Manual de califasia, califonia e
calirritmia e arte de dizer. Os mesmos foram dedicados ao estudo e aprimoramento
da voz. Estes livros, até hoje, auxiliam diversas áreas do conhecimento. Os temas
apresentados nestes livros servem de referências para a área da saúde como, por
exemplo, a Fonoaudiologia.
Não é possível afirmar que Heitor Villa-Lobos tenha utilizado o Manual de
Califasia, Califonia e Calirritmia do professor para a criação de seus cursos. O
Canto Orfeônico iniciou oficialmente em 1932, já o manual do professor Francisco
foi publicado um ano mais tarde. Porém, em 1948, foi lançado, pela editora Saraiva,
o livro: “Manual de califasia, califonia, calirritmia e arte de dizer para uso das escolas
normais – ginásios oficiais – canto orfeônico e de declamação”, de Francisco da Silveira Bueno. Desta forma, é possível constatar uma interdisciplinaridade entre
Francisco da Silveira Bueno e Heitor Villa-Lobos.
Na década de 30 ocorrem alterações dos componentes curriculares, visando
aos mesmos novas finalidades. Com isto, o professor de canto orfeônico passa a
ser considerado um fomentador de uma nova identidade nacional. Já em 1932,
através do decreto de lei no 3.763, de 1 de fevereiro, através do Departamento de
Educação, Anísio Teixeira sobre a direção de Heitor Villa-Lobos criam a
Superintendência de Educação Musical (Sema). Este novo Órgão foi responsável
pela organização do curso de Pedagogia da Música e do Canto Orfeônico. Estes
cursos que foram iniciados neste mesmo ano se dividiam em 4 cursos: Declamação
rítmica e califasia, Curso de preparação ao canto orfeônico, Curso especializado do
ensino de música e canto orfeônico e Prática orfeônica. Dentro do curso de
declamação rítmica e califasia, sete conteúdos deveriam ser contemplados, entre
eles: califasia e califonia. Estes cursos tinham como incumbência a preparação do
aluno na prática de uma pronúncia legível e perfeita do texto a ser cantado
(Califasia), de cantar uma melodia com perfeita afinação (Califonia) e no ajuste de
cada palavra do texto com o ritmo da música (Calirritmia).

Antonio Lucio Vivaldi

Antonio Lucio Vivaldi:

Nascido em Veneza em 4 de março de 1678, morreu em Viena em 28 de
julho de 1741, foi um grande compositor e músico do estilo barroco tardio oriundo da
República de Veneza, atual Itália. Tinha a alcunha de il Prete Rosso (“o padre
ruivo”) por ser um sacerdote católico de cabelos ruivos. Compôs 770 obras, entre as
quais 477 concertos e 46 óperas. É conhecido do grande público principalmente por
seus quatro concertos para violino e orquestra denominados Le quattro stagioni (“As
Quatro Estações”).
Filho de Giovanni Battista Vivaldi e Camilla Calicchio, Antonio Vivaldi era o
mais velho de sete irmãos. Seu pai, um barbeiro, mas também um talentoso
violinista (alguns chegam a considerá-lo como um virtuoso), depois de iniciá-lo na
música, matriculou-o, ainda pequeno, na Capela Ducal de São Marcos, para
aperfeiçoar seus conhecimentos musicais, e foi também responsável pela sua
admissão na orquestra da Basílica de São Marcos, onde Antonio Vivaldi despontou
como o maior violinista do seu tempo.
Em 1703, Vivaldi foi ordenado padre. Em 1704, foi-lhe dada dispensa da
celebração da Eucaristia devido à sua saúde fragilizada (aparentemente sofria de
asma), e ele se voltou para o ensino de violino num orfanato de moças – o Ospedale
della Pietà, em Veneza. Pouco tempo após assumir suas novas funções, as
meninas ganharam seu apreço e sua estima. Vivaldi compôs para elas a maioria
dos seus concertos, cantatas e músicas sagradas. Segundo alguns rumores, ele
chegou a ser excomungado após abandonar uma missa no momento da
transubstanciação eucarística para anotar uma melodia que lhe ocorreu durante a
cerimônia, mas nada foi confirmado oficialmente.
É durante esses anos que Vivaldi escreve grande parte da sua música. Em
1705 é publicada a sua primeira coletânea – as Doze sonatas (Opus 1), dedicadas
ao nobre vêneto Annibale Gambara e compostas ainda sob forte influência de
Arcangelo Corelli. Em 1708 é publicada uma segunda coletânea de 12 sonatas para
violino e baixo contínuo (Opus 2), mas a fama internacional só seria alcançada com
a publicação, em Amsterdam no ano de 1711, de uma coletânea de 12 concertos – “L’estro armonico” (Opus 3), graças ao editor Estienne Roger, com suas novas
técnicas de impressão bem mais avançadas do que as dos editores venezianos.
L’estro armonico repercutiu por toda a Europa. Mais tarde, seis desses concertos
seriam transcritos por Bach para vários instrumentos.
No orfanato, desempenhava diversas atividades, interrompidas por suas
diversas viagens. Em 1713, tornou-se responsável pelas atividades musicais do
Ospedale della Pietà e, em 1716, tornou-se maestro de’ concerti.
Vivaldi também parece ter tido vários casos amorosos, um dos quais com
uma de suas alunas, a contralto Anna Girò, e o compositor era suspeito de fazer
algumas adaptações nas velhas óperas venezianas a fim de adequá-las aos
recursos vocais da suposta amante. Essa atividade causou-lhe alguns dissabores
com outros músicos, como Benedetto Marcello, que teria escrito um panfleto contra
ele.
Em 1714, o compositor publica La stravaganza (Opus 4), uma coletânea de
concertos para violino solo, cordas e baixo contínuo. No mesmo ano, torna-se
empresário teatral e diretor musical do Teatro Sant’Angelo, onde apresenta Orlando
finto pazzo (RV 727), sua primeira ópera encenada em Veneza e a segunda depois
da sua estreia em Vicenza, com Ottone in villa.
Em 1723 Vivaldi publicou seu Opus 8, Il cimento dell’armonia e
dell’inventione, coletânea que inclui “As Quatro Estações” e que consistia de doze
concertos:
● Concerto no 1 em mi maior, “La primavera”, RV 269
● Concerto no 2 em sol menor, “L’estate”, RV 315
● Concerto no 3 em fá maior, “L’autunno”, RV 293
● Concerto no 4 em fá menor, “L’inverno”, RV 297
● Concerto no 5 em mi maior, “La tempesta di mare”, RV 253
● Concerto no 6 em dó maior, “Il piacere”, RV 180
● Concerto no 7 em ré menor, “Per Pisendel”, RV 242
● Concerto no 8 em sol menor, RV 332
● Concerto no 9 em ré menor, RV 236 (para violino) / RV 454 (para oboé)
● Concerto no 10 em si maior, “La caccia”, RV 362
● Concerto no 11 em ré maior, RV 210
● Concerto no 12 em dó maior, RV 178 (para violino) / RV 449 (para oboé)
Sete desses concertos são descritivos: os quatro primeiros (“La primavera”,
“L’estate”, “L’autunno”, “L’inverno”) e mais “La tempesta di mare”, “Il piacere” e “La
caccia”. Vivaldi transformou a tradição da música descritiva em um estilo
tipicamente italiano, com seu timbre inconfundível, no qual as cordas têm um papel
central. Seus concertos tiveram enorme sucesso, particularmente na França, e, na
segunda metade do século XVIII surgiram mesmo algumas notáveis adaptações da
La primavera: Michel Corrette (1707-1795) baseou seu moteto Laudate Dominum de
coelis, de 1765, nesse concerto, e, em 1775, o filósofo Jean-Jacques Rousseau
escreveu uma delicada transcrição da peça para flauta solo. “La primavera” também
era uma das peças favoritas de Louis XV, e Vivaldi recebeu várias encomendas de
outras composições para a corte de Versailles.]
Em 1725, Il cimento dell’armonia e dell’inventione foi publicado em
Amsterdam, com grande sucesso. Em 1738, Vivaldi estava naquela cidade para
dirigir a abertura do concerto comemorativo dos 100 anos do Schouwburg de Van
Campen, o primeiro teatro da cidade. De volta a Veneza, que à época estava sob
severa crise econômica, o compositor exonera-se de suas funções no Ospedale em
1740, planejando mudar-se para Viena, sob o patrocínio de seu admirador Carlos
VI.
Vivaldi, tal como muitos outros compositores da época, terminou sua vida na
pobreza. As suas composições já não eram particularmente apreciadas em Veneza.
Com a mudança dos gostos musicais e a afirmação da ópera napolitana Vivaldi
estava fora de moda, sendo obrigado a vender um considerável número de
manuscritos, a preços irrisórios, para financiar sua transferência para Viena, a
convite de Carlos VI. As razões da partida de Vivaldi não são inteiramente claras.
Sabe-se que o Imperador adorava as suas composições, e que, em 1727, Vivaldi
dedicara a ele La Cetra, uma coletânea de doze concertos para violino.
Possivelmente, em Viena, Vivaldi assumiria a posição de compositor oficial na Corte Imperial. Mas a decisão de sair da Itália também pode ter sido motivada por um
episódio desagradável. Pouco antes do início da temporada de ópera em Ferrara –
que, para Vivaldi, significava uma esperança de resolver suas dificuldades
financeiras -, o compositor foi convocado pelo núncio apostólico para ser informado
de que fora proibido de entrar na cidade emiliana pelo próprio arcebispo local,
Tommaso Ruffo. O motivo alegado para tal proibição (catastrófica para Vivaldi,
tendo em vista os compromissos financeiros já assumidos), foi o fato de o Prete
Rosso não oficiar missas, além de andar acompanhado por mulheres, tais como
Anna Girò. Ademais, o arcebispo tinha aversão ao envolvimento de padres com
espetáculos. Isto é o que se deduz da carta enviada por Vivaldi ao seu patrocinador
em Ferrara, o marquês Guido Bentivoglio, pedindo seu apoio para tentar reverter a
interdição do arcebispo. Na carta, o compositor alegava motivos de saúde para não
mais oficiar a missa e proclamava a natureza perfeitamente correta das suas
relações com as senhoras que o acompanhavam, todas de exemplar, e
comprovável, devoção e honestidade. Nada disso adiantou, e Antonio Vivaldi teve
mesmo que amargar um grande prejuízo econômico, afronta que o teria convencido
a deixar definitivamente a Itália.
No entanto, sua permanência em Viena seria breve. Pouco depois da sua
chegada a Viena, morre seu protetor, Carlos VI, em 20 de outubro de 1740. Esse
trágico golpe de azar deixa o compositor sem qualquer fonte de rendimentos,
obrigando-o a novamente vender seus manuscritos para sobreviver.
Vivaldi morreria no ano seguinte, no dia 28 de julho de 1741, provavelmente
em consequência da bronquite asmática que o acompanhara por toda a vida. Teve
um enterro modesto. Anna Girò retornou a Veneza, onde morreira em 1750.
O corpo do compositor encontra-se sepultado na Universidade Tecnológica
de Viena. Foi-lhe dada sepultura anônima de pobre (a missa de Requiem na qual o
jovem Joseph Haydn teria cantado no coro hipoteticamente). Igualmente
desafortunada, sua música viria a cair na obscuridade até os anos de 1900.
A maior parte dos originais de Vivaldi permaneceu inédita e está disponível
na Biblioteca de Turim. Só foi organizada no século XX pelo musicólogo francês Marc Pincherle. A fama de Vivaldi deve-se sobretudo à composição das seguintes
obras:
● concertos: Há divergências sobre o número exato de concertos compostos
por Vivaldi. Algumas publicações contam 550 concertos compostos por
ele. Em outras publicações, citam-se 477 concertos e outros ainda 456.
Seus concertos mais conhecidos e divulgados são Le quattro stagioni (As
quatro estações),
● 46 óperas,
● 44 motetos,
● sinfonias,
● 2 serenatas,
● 73 sonatas,
● 100 árias,
● 30 cantatas,
● música de câmara (mesmo se algumas sonatas para flauta, como Il Pastor
Fido, lhe tenham sido erradamente atribuídas, apesar de compostas por
Nicolas Chédeville),
● música sacra – três oratórios (Oratorio Juditha Triumphans, composto para
a Pietá; dois Gloria; Stabat Mater; Nisi Dominus; Beatus Vir; Magnificat;
Dixit Dominus e outros).
Menos conhecido é o facto de a maior parte do seu repertório ter sido
descoberto apenas na primeira metade do século XX em Turim e Génova, mas
publicado na segunda metade. A música de Vivaldi é particularmente inovadora,
quebrando com a tradição consolidada em esquemas; deu brilho à estrutura formal
e rítmica do concerto, repetidamente procurando contrastes harmônicos, inventando
melodias e trechos originais.
Ademais, Vivaldi era francamente capaz de compor música não-acadêmica,
apreciada supostamente pelo público geral, e não só por uma minoria intelectual. A
alegre aparência dos seus trabalhos revela uma alegria de compor. Estas estão
entre as razões da vasta popularidade da sua música. Esta popularidade rapidamente o tornou famoso em países como a França, na altura muito fechada
nos seu valores nacionais.
Johann Sebastian Bach foi deveras influenciado pelo concerto e Aria de
Vivaldi (revivido nas sua Paixões e cantate). Bach transcreveu alguns dos concertos
de Vivaldi para o cravo e o órgão, bem como alguns para orquestra, incluindo o
famoso Concerto para Quatro Violinos e Violoncelo, Cordas e Baixo Contínuo
(RV580). Contudo, nem todos os músicos demonstraram o mesmo entusiasmo: Igor
Stravinsky afirmou em tom provocativo que Vivaldi não teria escrito centenas de
concertos mas um único, repetido centenas de vezes.
Vivaldi foi o compositor que inventou ou, pelo menos, estabeleceu a estrutura
definitiva do concerto e da sinfonia. Foi o primeiro compositor a usar
consistentemente a forma ritornelo em seus concertos, como pode ser verificado em
“As quatro estações”.
A ressurreição do trabalho de Vivaldi no século XX deve-se sobretudo aos
esforços de Alfredo Casella, que em 1939 organizou a agora histórica Semana
Vivaldi. Desde então, as composições de Vivaldi obtiveram sucesso universal, e o
advento da “atuação historicamente informada” conseguiu catapultá-lo para o
estrelato novamente. Em 1947 o empresário veneziano Antonio Fanna fundou o
Istituto Italiano Antonio Vivaldi, cujo primeiro diretor artístico foi o compositor Gian
Francesco Malipiero, com o propósito de promover a música de Vivaldi e publicar
novas edições de seus trabalhos.
A música de Vivaldi, juntamente com a de Mozart, Tchaikovsky, Corelli e
Bach foi incluída nas teorias de Alfred Tomatis sobre os efeitos da música no
comportamento humano, e usada em terapia musical.

Vincenzo Bellini:

Vincenzo Bellini:

Nasceu em Catânia em 3 de novembro de 1801, morreu em Puteaux em 23
de setembro de 1835. Foi um compositor italiano, entre os mais célebres operistas
do século XIX. As suas óperas mais famosas e representadas são La sonnambula,
Norma e I Puritani.
Nascido em Catânia, na Sicília, filho do organista Rosario Bellini, teve as
primeiras lições de música de seu pai e seu avô, Vincenzo Bellini Tobia. Bellini foi
uma criança prodígio e uma lenda que aos dezoito meses foi capaz de cantar uma
ária de Valentino Fioravanti, e começou a estudar teoria musical aos dois anos,
piano aos três e aos cinco anos tocava fluentemente. A sua primeira composição
data de quando tinha seis anos.
Com uma bolsa cedida pelo Duque de San Martino ingressou no Colégio de
San Sebastián de Nápoles, onde estudou com Giovanni Furno harmonia,
contraponto e composição com Giacomo Tritto com o famoso Nicola Zingarelli.
Compôs música sacra (motetos, e missas) de Câmara, sinfônica, mas é a
ópera que lhe deu fama. Compõe para o bel canto lírico, expressão vocal que exige
uma grande agilidade e precisão. Tentou minimizar as diferenças entre o clássico
cantado e recitado – árias e recitativos – mantendo a tensão dramática.
A estréia de sua primeira ópera, Adelson e Salvini, foi produzido em 1825.
Domenico Barbaja, diretor da San Carlo Opera House, em Nápoles e La Scala de
Milão, se interessou por ele, entregando-lhe várias obras posteriormente.
Sua obra mais difundida é Norma, o que evidencia a famosa ária “Casta
Diva”, quando se conjugam a gravidade clássica com um apaziguamento muito
romântico no discurso, sendo este um dos principais papéis do repertório soprano.
Durante o século XX destacaram-se Maria Callas, a mais famosa Norma do século,
Joan Sutherland e Montserrat Caballé
Bellini morreu em Puteaux, perto de Paris de inflamação aguda do intestino, e
foi enterrado no cemitério de Père Lachaise, em Paris. Seu caixão foi carregado, entre outros, por Luigi Cherubini e Gioachino Rossini. Seus restos mortais foram
removidos para a catedral de Catania, em 1876.
Bellini está situado no período romântico da história da música, onde o
sentido da composição e da música em si ficaram mais maleáveis e menos ligados
a regras fixadas, tendo como foco o sentimento desperto pela música e não sua
forma ou estética, bem contrário ao classicismo.

Giuseppe Concone

Giuseppe Concone:

Nasceu e morreu em Turin (1801 – 1861), foi um professor de canto, italiano.
Residiu em Paris por 10 anos como professor, retornando a Turin em 1848 onde foi
organista e regente do côro da corte até sua morte.
É largamente conhecido por seus exercício vocais de solfejos e vocalizes que
são atraentes e excelentes para seu propósito ao mesmo tempo.
Em Paris escreveu 3 oratórios para acompanhamento ao piano mas nenhum
dos 3 possui registro de ter sido executado.
Concone está situado no período romântico da história da música, onde o
sentido da composição e da música em si ficaram mais maleáveis e menos ligados
a regras fixadas, tendo como foco o sentimento desperto pela música e não sua
forma ou estética, bem contrário ao classicismo.

Canção de Ninar…

Oi, mamãe!!!

Meu nome é Ina Duarte.

Aqui está uma linda canção de ninar pra seu bebê.
Tenho várias outras disponíveis e melhor!!! 🤗Seu bebê pode ter uma cansar de ninar composta esclusivamente pra ele!😍
Tal canção, inclusive, pode ajudar a resolver algumas dificuldades como dificuldade para dormir, o abordar noturno, medo do escuro, xixi na cama pra os defraldantes, dentre outras dificuldades ata para idades mais avançadas.
Eu usei essa técnica mágica com meus próprios filhos e atesto sua eficácia.👍🏻😍
Qualidade de vida para você, mamãe, e para seu maior tesouro.

Envio uma primeira canção:

https://drive.google.com/file/d/1XWiBbtHnDi-rEy2K6hr1KzNF90V6Ew77/view?usp=drivesdk

Basta clicar e baixar.

Para saber mais sobre outras músicas de ninar ou mesmo orçar uma composição personalizada para seu filho, basta chamar no 31 99433 4464.

TESSITURA VOCAL

Ver a imagem de origem

Imagem retirada de: https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=meTztGza&id=65CC7846D816A557B7E6531724259CD620EFDF4E&thid=OIP.meTztGza8gDjAGZXUMJ_eQHaH7&mediaurl=http%3a%2f%2fwww.singwise.com%2fimages%2fvocalRangeFigure.png&exph=535&expw=500&q=tessitura+vocal&simid=607987778983038640&selectedIndex=7&ajaxhist=0

Cada voz possui uma extensão onde o canto de faz natural e confortável e a outra onde é extremamente difícil manter a afinação ou a qualidade da voz.

Na imagem acima é possível ver uma qualificação inicial das vozes humanas, tanto femininas quanto masculinas. Mas é obvio que nada é tão rígido, há qualificações diferentes inclusive quanto ao tipo de timbre de voz e não só tessitura.

Para mais informações sobre sua voz e já marcar seu horário online ou presencial comigo, me chame no Telegram: https://t.me/joinchat/AAAAAEV3GfHn6z-vyiA-dw

Um HIstórico mais detalhado sobre mim

Formação:

  • Graduanda em Música com habilitação em Canto Erudito –  Bacharelado pela Universidade Estadual de Minas Gerais.
  • Estudante de viola de arco no primeiro ano do curso técnico do CEFART – Palácio das Artes.
  • Estudante de Psicanálise Clínica pelo IBPC
  • Graduada em Violão Clássico – Bacharelado, pela EMUFMG.
  • Graduada em Publicidade e Propaganda pelo UNI-BH.
  • Pós graduada em Artes Visuais pelo SENAC MG.
  • Com diversos cursos e master classes na área de terapias, administração, artes visuais, e outros.

Release:

Música

Iniciou seus estudos de música aos 4 anos de idade em piano e, aos 6 anos, tocou Schubert num recital no Conservatório de Sete Lagoas – MG. Aos 13 anos lecionava violão e tocava e cantava em bandas de Baile e rock. Cursou o CFM na EMUFMG, cursou teatro no CEFART, cursou Bacharelado em Violão Clássico na EMUFMG, turma de 1997. Cantou nos côros Ars Nova e Madrigale. Cursou educação infantil pelo SEBRAE e Musicalização infantil pela EMUFMG e ESMU UEMG. Baterista e vocalista de bandas de rock por 4 anos. Violista na Orquestra Jovem Do CEFART por dois anos e na Orquestra Experimental da ESMU UEMG por seis meses, além de violista no Grupo de Chôro da ESMU UEMG por seis meses. Violinista em eventos e cerimônias diversas. Cantora Soprano nos côros Virtuosi e Concentus. Leciona canto erudito e popular, piano, violão popular e clássico, guitarra, viola de arco, violino, performance, teoria musical, percepção, análise. Possui, também, experiência em musicalização infantil e iniciação musical. Compositora, produtora musical, Editora de áudio no Estúdio Z – BH por 2 anos.

Artes Visuais

Iniciou seus estudos de 3D em 2001, semifinalista no Concurso Apple de Criatividade de 2001 ficando com o 4 lugar em Webdesign. Suporte técnico oficial AAUGA no Brasil para o software Maya pela fabricante ALIAS de 2002 a 2005. Diretora de Animação e TD na PillBox Animation Studios – BH e na Animarus – BH, modeladora e rigger na D2R – BH, coach pedagógica na AIS (Atual SAGA) – SP (2007), professora de graduação, pós graduação e curso técnico de 2005 a 2017 em áreas como Jogos Digitais e Computação Gráfica na UVA – RJ, UNA – BH, UNI-BH, coordenadora de cursos pelo grupo Ânima – BH. Editora não linear de vídeo na SETE Produções – BH por 1 ano. Escritora de livros técnicos pelas editoras Érika, Saraiva e Abril, além de revistas físicas e digitais como Digital Designer e WebMasters. Palestrante em eventos como Azimut – RJ, Bicubic – SP e outros.

Terapia

Após viver em relacionamento(s) abusivo(s), decidi estudar psicanálise e outras terapias para ajudar em minha cura e para adquirir capacidade para ajudar outras vítimas de abuso daqui para frente, fazendo uso do knowhow que já carrego e de novos conhecimentos. Em 2020 me matriculei no IBPC – Instituto Brasileiro de Psicanálise Clínica, e estou em curso. Cursei Hipnose Transformacional, Análise Comportamental, Programação Neurolinguística, Psicanálise Integrativa, Constelação Familiar, Neuroplasticidade (2018) e pretendo ainda cursar muitas outras terapias e me aprofundar para oferecer o melhor de mim e mim mesma e meus pacientes nas sessões.